Um possível governo fascista pode interromper a distribuição de medicamentos contra HIV/Aids no Brasil?

Entenda o que pode acontecer com a distribuição de antirretrovirais no país caso o Brasil venha ter um presidente que já deu declarações preconceituosas sobre o tratamento gratuito de pacientes soropositivos. Ao apertar o play você eliminará todas as suas dúvidas como eu fiz com a minha infectologista, a Dra Cydia de Souza, e ainda poderá ajudar outros HIV Positivos espalhando informação e compartilhando esse post.

Passivos: a importância do sexo seguro.

Eventualmente recebo mensagens de leitores com dúvidas sobre quem corre mais risco: ativos ou passivos?

A revista Veja publicou em 8 de fevereiro de 2017 uma matéria sobre esse assunto. Para você ter acesso à publicação clique aqui.

Prevenção

Intervenções com tratamento antirretroviral, como a profilaxia pré e pós-exposição, são efetivos na diminuição do HIV. No entanto, a utilização de preservativos e o aconselhamento individual ainda são elementos cruciais para a prevenção. A profilaxia pós-exposição deve ser indicada nas primeiras 72 horas do risco real e mantida por um período de quatro semanas.

Outra forma de diminuição de risco é através da circuncisão, que se mostrou efetiva em até 60% na transmissão entre homens que fazem sexo com homens. O mesmo não ocorre no caso da relação homem/mulher, refletindo a concentração de HIV nas secreções vaginais.

No caso de parceiros discordantes (quando apenas um deles tem o vírus HIV), recomenda-se o tratamento antirretroviral para os infectados e, como estratégia de prevenção, a profilaxia pré-exposição para os parceiros não contaminados, por um período de três a quatro meses, quando a carga de vírus do parceiro infectado deve se tornar indetectável.

#2anos

É bom beber e usar drogas? SIM. Nunca disse que não era. Se fosse ruim não teríamos ninguém fazendo. Apenas os bobalhões. Por anos gastei dinheiro com isso. Não tive tempo de pensar no futuro e muito menos me planejar para pensar: “Como eu estarei daqui a alguns anos?”. Essa pergunta eu me fiz aos 38. Olhei tudo que estava bagunçado a minha volta e comecei arrumar. Foram mais de vinte anos bebendo, me divertindo, de ressaca, virando a noite, fazendo sexo, muito sexo e só queria diversão. Enfrentar a realidade é fácil careta? A gente aprende. Sóbrio eu consegui me tornar uma pessoa melhor. Por conta da vida louca ganhei o HIV. Faz um ano e meio que me trato, um ano indetectável e ontem ao pegar meu exame de sangue periódico ouvi da Dra @cydiasouza: “seus exames estão ótimos! Resultado da sua life style.” Antes de ouvir a boa notícia e entrar no consultório fui parabenizado por um paciente dela que é meu leitor e me agradeceu por falar com leveza sobre um assunto tratado por tanto medo e preconceito. Posso estar passando por um momento de aperto de grana mas ter saúde, estar limpo e poder ajudar outras pessoas é o maior presente que ganhei nesses dois anos sem álcool e drogas. É óbvio que não posso deixar de esquecer que fiquei gato pra caramba. Faço sucesso! E você o que está esperando para dar o ponta pé inicial para a sua nova vida? #hiv #sorpositivo #sarampo #vacinação #sus #brasil #aids #fightprejudice #intransmissible #intransmission #indetectable #indetectável #intransmissível #prep #pep #preconceito #informação #combateaopreconceito #na #aa #rehab #controle #eita

Vergonha de ir ao médico?

Hoje o meu papo com a Dra Cydia é sobre a resistência que algumas pessoas têm em procurar um médico especialista para analisar se tem ou não algum tipo de IST (Infecções Sexualmente Transmissíveis). Na nossa conversa cito o meu próprio exemplo. Quando eu era mais jovem sempre pensava: “O vão pensar de mim?” Pura bobagem.

Seis em cada dez homens têm vergonha de ir ao médico.

Vergonha de ir ao ginecologista! O que fazer?

DOAÇÃO DE SANGUE + ADESÃO + USO DE ÁLCOOL E DROGAS

Eu e Dra Cydia conversamos sobre doação de sangueadesão ao tratamento e a importância do soropositivo não fazer uso de drogas e álcool.

O uso de drogas é considerado um comportamento de alto risco para a infecção pelo HIV. Os usuários de drogas injetáveis podem se infectar quando usam a mesma seringa com outros. Mesmo as pessoas que não se injetam drogas mas as consomem de outra maneira podem se infectar por meio de relações sexuais sem preservativos. Diversos estudos têm mostrado que as pessoas sob efeito do álcool freqüentemente se envolvem em relacionamentos sexuais sem proteção.

Qual a relação entre uso de drogas e AIDS?